Poxa! Eu queria me sentir o máximo.

por Silvio T Corrêa

Juro que eu gostaria de me sentir o máximo, mas acho que alguma coisa me impede.

Acho bacana ver as pessoas sentindo-se o máximo na sua profissão. Eu gostaria de ser assim.

Até tenho orgulho do que faço, do que crio, do que produzo; dos meus livros e textos, dos meus filhos. Tenho que ter, pois são frutos que produzo. Contudo, não consigo achar que meus filhos sejam seres humanos fabulosos e perfeitos, ainda que maravilhosos para mim.

Não acredito que meus livros sejam obras de arte, ainda que apesar das poucas vendas — também, como podem comprar se não os encontram expostos (que fosse na estante, ao menos) nas livrarias — e muita pirataria, os que compram e os que “não compram”, elogiam.

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